Louvor e adoração um blog que toca o coração de Deus !!!

sábado, 21 de agosto de 2010

Exercícios de aquecimento vocal

O aquecimento vocal é de total importante para o professor/comunicador como o aquecimento físico para um atleta, pois pode evitar lesões. Este aquecimento não deve ser muito demorado, sendo suficiente cinco minutos de exercícios. Demasiado tempo de aquecimento acabar por ser prejudicial, podendo até produzir uma distensão das cordas vocais. Além disso, um maior tempo de exercícios de aquecimento, e ao contrário do que possa parecer, resultar em pouca produtividade no desempenho vocal que se segue a este período.

Depois de acordarmos, o aparelho fonador demora cerca de duas horas a aquecer. Se necessitamos de o usar antes desse tempo, convém efectuar breves técnicas de aquecimento, tais como:

1- Encha as bochechas de ar e massajei o queixo com o polegar em círculos pequenos.
2- Encha uma bochecha de ar e empurre-o dentro da boca, de bochecha em bochecha, cerca
de dez vezes em cada uma delas, sem mexer o maxilar. Pode ajudar com a mão, segurando
as bochechas, para evitar mexer o maxilar.
3- Abrindo ligeiramente a boca, comprima o interior de cada bochecha, alternadamente, com
a ponta da língua. Repita dez vezes.
4- Faça estalido com a língua, colocando-a entre o palato duro e a base da língua.
5- Abrindo ligeiramente a boca, solte o maxilar. Estique a língua até conseguir chegar ao queixo.
Conte mentalmente até dez. Repita o ponto 4.
6- Mantendo o maxilar solto, estique a língua tentando chegar á ponta do nariz. Conte
mentalmente até dez. Repita o ponto 4.
7- Mantendo o maxilar solto, estique a língua horizontalmente para fora e recolha-a
rapidamente. Repita dez vezes. Repita o ponto 4.
8- Com o maxilar solto e a boca ligeiramente aberta, empurre suavemente o cano da laringe,
com os dedos, de um lado para o outro.
Importante: Não emita qualquer som enquanto efectua este exercício.
9-Mova o maxilar verticalmente, para cima e para baixo, com os lábios fechados, mas sem
fazerem força, como se mastigasse a letra m.

Como aperfeiçoar a voz

Muitas pessoas, hoje, têm procurado professores de canto. Algumas começando "do zero", outras procurando aperfeiçoar seus talentos e umas poucas considerando essas aulas uma terapia contra a timidez. Entretanto, muitos também se prendem a certas regras ensinadas de maneira errada e as aulas, ao invés de prazerosas, se tornam pesadas e desestimulantes.

Nem todo bom cantor é um bom professor. Um dos erros cometidos na escolha do professor de canto é considerar sua capacidade de ensino apenas tomando por base sua voz. É prudente procurar sempre uma aula experimental, onde você possa conversar com o professor, apreciar o método de ensino e expôr suas dificuldades. Procure também saber se o professor tem conhecimento do trato vocal como um todo, desde o trato muscular que dá suporte à respiração até o trato bucal. Evite os professores que façam uso de métodos sistemáticos, com lições únicas para todo e qualquer aluno. Isso, porque a voz é como uma impressão digital, com características peculiares a cada pessoa, e por isso serão necessários exercícios específicos e aplicações diferenciadas para cada aluno.

É importante, também, ser cuidadoso com as "fórmulas" para o aperfeiçoamento da voz - comer isso, beber aquilo, evitar aquela outra coisa. Antes, é necessário saber que os alimentos não passam pelas cordas vocais. Existe uma espécie de "tampa" entre o esôfago e a traquéia; quando respiramos, ela bloqueia o esôfago, e quando comemos, ela bloqueia a traquéia. Por isso não é correto afirmar que aquele chazinho ou aquela frutinha vai limpar suas cordas vocais. O máximo que pode acontecer é a limpeza dos resíduos alimentares, principalmente açúcares, depositados antes dessa divisão.

O açúcar é o alimento que tem as moléculas mais facilmente quebradas pelas enzimas de nossa saliva. Como exemplo, podemos citar o chocolate, que contém muito açúcar. Como foi dito, parte desse açúcar pode ficar depositado na parede que antecede a divisão entre a traquéia e o esôfago. Isso é o que causa a sensação de pigarro (depósito de secreção na garganta) que impede o canto. Para evitar esse incômodo, é bom evitar a ingestão de alimentos com açúcar antes de cantar. Caso isso aconteça, porém, a ingestão de água ou de frutas com certo teor de acidez (maçã, por exemplo) facilitará a retirada desses resíduos.

Outro erro muito comum - e isso é muitas vezes recomendado pelos professores - é a ingestão de pastilhas, cristais de gengibre ou qualquer outro remédio com efeito anestésico, para evitar a dor e a rouquidão na hora de cantar. É bom lembrar que a dor é sinal de que existe algo errado ocorrendo com nosso corpo, e por isso nem sempre é bom fugir dela. A dor ao cantar pode ser sintoma de uma inflamação, infecção ou mesmo da formação de um calo ou fenda nas cordas vocais. O uso de um anestésico apenas esconderá esse sintoma e piorará o quadro.

A rouquidão, por sua vez, é fruto do mau uso das cordas vocais. Elas foram "projetadas" para vibrar apenas sob o efeito do ar passando por elas. Quando vão além disso, sendo esticadas pela musculatura que as apóia em função dos excessos cometidos no canto (notas além da extensão, gritos, colocação errada das notas), elas poderão inchar e não vibrar como deveriam. Assim, sobrará pouco espaço para a vibração correta e elas poderão encostar uma na outra, interrompendo o som.

É absolutamente necessário determinar com exatidão o timbre vocal. É importante saber que, por exemplo, nem toda pessoa que canta soprano é soprano de fato. Cantar fora da extensão ou do timbre é extremamente prejudicial, na verdade uma das principais causas da formação de calos ou fendas vocais. É imprescindível a realização de um teste específico de extensão e região confortável da voz antes do início das aulas propriamente ditas.

Mesmo reconhecendo realidades diferentes e sabendo que nem todas as pessoas têm condições de arcar com os custos das aulas de canto, é necessário frisar que não existe um método de aprendizado que faça o aluno desenvolver seu canto corretamente sem o auxílio de um professor. Todos nós aprendemos a falar porque ouvimos, ou seja, o som que produzimos é resultado das influências auditivas que recebemos desde criança. Por isso uma pessoa surda, mesmo tendo o trato vocal intacto, tem grande dificuldade para aprender a falar e controlar os sons que emite. Assim, é necessário ouvir os exercícios antes de fazê-los, e somente um professor habilitado poderá executá-los corretamente, corrigindo o aluno até que este reproduza o exercício com fidelidade. Trocando em miúdos: um método escrito não tem utilidade alguma sem o acompanhamento de um professor.

Qualquer pessoa pode cantar, mas nem todos podem ser cantores. Existem certas peculiaridades na voz que podem facilitar ou dificultar muito o canto. Como já foi dito, a voz humana é como uma impressão digital e jamais haverá duas vozes exatamente iguais. Talvez o maior erro cometido por certos professores é a maneira de tratar seus alunos nesse aspecto. Esperando sempre formar ótimos cantores, costumam se dirigir aos seus alunos assim: "Sua voz é horrível!"; ou: "Você é desafinado demais!"; ou ainda: "Desista, você não vai conseguir nunca!".

Antes de buscar o aperfeiçoamento de seu próprio currículo, o professor deve se lembrar que não está lidando com uma máquina, mas com a emoção e a sensibilidade humana. Antes de ferir qualquer emoção, o professor deve buscar o seu próprio equilíbrio emocional. Fatores como cansaço, tristeza ou doenças, mesmo não sendo no trato vocal, podem interferir muito no processo de aprendizado ou na performance. Um bom professor deve saber lidar com todas essas situações com paciência, temperança e bom humor. Se o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio, que sejam essas virtudes as primeiras a serem demonstradas, antes mesmo de qualquer conhecimento de técnica.

Maximiliano Moraes

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Vocalises Online

Preparados por: Fausto Nascimento


Estes vocalises foram feitos para o aquecimento e treino vocal, no entanto pedimos que faça com cautela, respeitando o seu limite; não se esqueça de fazer exercícios de respiração e relaxamento antes de começá-los.

O vocalise 1 é para o aquecimento e deve ser feito com a boca fechada (boca chiusa).

Obs: Estes exercícios são complementos para o aprendizado vocal, sendo indispensável o acompanhamento de um professor.


Vocalise 1

Vocalise 2

Vocalise 3

Vocalise 4


Fonte: http://faustocau.vilabol.uol.com.br/vocalise.html

Canto - Wikipédia

 

(Informamos que os links abaixo redirecionam para endereços externos. Assim, pedimos que nos informem caso algum deles deixe de funcionar.)

A

B

C

D

F

G

H

K

M

O

S

T

V

W

Classificação Vocal



Você, provavelmente, já está familiarizado ou, pelo menos, já ouviu falar em termos como: Soprano, Contralto, Tenor e Baixo. São as vozes de uma forma de composição bem conhecida: o coral, cujo nome também, popularmente, representa o grupo de pessoas que executa a tal composição (pode-se chamar, mais corretamente, o grupo de coro).

Mas estas não são as únicas possibilidades de classificação das vozes.

Vamos, em primeiro lugar separar as vozes em agudas, médias e graves.

A voz aguda feminina é o Soprano e a masculina é o Tenor. São as vozes encontradas com maior abundância no Brasil.

A voz média feminina é o Meio-soprano (ou Mezzo-soprano) e a masculina é o Barítono. Também são encontradas no Brasil, mas bem menos em relação às vozes agudas.

A voz grave feminina é o Contralto e a masculina o Baixo. São vozes raras no Brasil. O Baixo ainda encontramos, mas o Contralto verdadeiro é raríssimo e tem partituras interpretadas por Mezzo-sopranos Dramáticos (ver mais abaixo). A maioria dos coros tem de valer-se de Barítonos para cantar a linha dos Baixos dos corais. Por outro lado, a Rússia é um exemplo de abundância em vozes médias e graves, notório em seus coros, por outro lado são escassas as vozes ligeiras (sobre as quais falaremos mais abaixo).

Faço aqui um parêntese para um esclarecimento vital. Todos nós já nascemos com um tipo de voz. Nossa voz é o resultado de várias características físicas que herdamos de nossos pais. Por isso, é impossível um Tenor "desenvolver" uma voz de Barítono. Vai, sim, desenvolver sérios problemas vocais se tentar. Deus fez você com esta voz. É um presente dEle a você. Não "fabrique" uma voz que não é a sua. Vai estragar sua voz. E esta, nesta vida, é uma só.

Agora atente para a subdivisão das vozes:

Vozes femininas:

  • Soprano Ligeiro: é o chamado 1º Soprano, que tem por característica uma voz de volume menor, mas que alcança notas muito agudas, além de ter facilidade para cantar notas com ritmo rápido (volaturas).  
  • Soprano Lírico-Ligeiro: Também chamado de Lírico Spinto, é um pouco mais encorpado que o ligeiro puro, também tem facilidade pra agudos e volaturas.  
  • Soprano Lírico: de voz mais cheia, também possui maior volume. É também chamada de 2ºSoprano.  
  • Soprano Dramático: raro e de sonoridade peculiar, é o soprano mais grave. Normalmente tem grande extensão e desenvolve grande volume.  
  • Mezzo-soprano Lírico: é também chamado em alguns lugares de Mezzo-soprano Ligeiro, pois apesar do timbre grave, assim como o Soprano Ligeiro, tem boa agilidade para volaturas (venho ressaltar que alguns classificam distintamente o Mezzo lírico do ligeiro).  
  • Mezzo-soprano Dramático: de grande extensão, timbre escuro e bem grave, muitas vezes canta também partituras de Contralto solo, o que pode ocorrer com mais freqüência com o abaixamento natural da voz ao passar os anos. 
  • Contralto: como já dissemos, é raro no Brasil. Tem timbre muito escuro e, até pela pouca oportunidade de se ouvir, impressionante. Tem poucos papéis em ópera, a maior parte do repertório está na música barroca e nas obras do séc. XX.  

Algumas mulheres, devido a problemas hormonais ou disfunções do aparelho fonador, adquirem uma voz atenorada. A extensão destas vozes é bem curta (às vezes, de no máximo uma oitava) dificultando o desenvolvimento no trabalho de técnica vocal.

É também importante mencionar a corrente moda que supervaloriza a voz grave feminina. A situação, embalada ao som da música comercial, está crítica, causando confusão no referencial das pessoas. Além de classificações erradas (Sopranos classificados como Mezzo-sopranos e, pasmem, como Contraltos), temos uma atitude prejudicial tanto à saúde quanto à estética da voz, com o incentivo de se cantar só na sua região grave e, na maioria das vezes, forçando muito. Seja ela Contralto, Mezzo-soprano ou Soprano, a voz tem uma tessitura grande, e uma composição agradável e de bom senso estético a utiliza como um todo. É ridículo legar à voz feminina, seja ela de que tipo for, uma região ínfima que não passa de poucas notas no grave. Vozes graves também tem agudos bonitos se bem colocados tecnicamente.

Vozes masculinas:

  • Contratenor: é atualmente a voz masculina que treina tecnicamente o falsete para cantar como Contralto. Comum em coros mistos e masculinos europeus que interpretam, principalmente, música dos períodos Renascentista (séc. XVI) e Barroco (do séc. XVII à primeira metade do séc. XVIII). Na liturgia católica não havia canto congregacional (até meados do séc. XX). A música era executada por coros masculinos. Por este motivo usavam-se meninos (os famosos sopraninos e contraltinos), os falsetistas e os castratti(***). O uso de coros apenas masculinos perdurou na liturgia após a reforma protestante. A mulher só participava do canto congregacional (todos os fiéis cantando juntos), reintroduzido por Lutero. Referências de Contratenores (falsetistas - cantando como contraltos) no canto lírico: Andreas Scholl(*), David Daniels (*).
  • Tenor Ligeiro: também conhecido como 1o Tenor é a voz masculina natural mais aguda, também com facilidade para volaturas.  
  • Tenor Lírico-Ligeiro: Também chamado de Lírico Spinto, é um pouco mais encorpado que o ligeiro puro, também tem facilidade pra agudos e volaturas.  
  • Tenor Lírico: voz mais rica em harmônicos que a anterior, tem o timbre mais cheio. É também chamado de 2o Tenor. Por erro ou, às vezes, por causa do repertório operístico, alguns Tenores Líricos são chamados de Dramáticos.  
  • Tenor Dramático: assim como o Soprano Dramático desenvolve grande volume, e é mais raro no Brasil. É o Tenor mais grave. Quando intérprete de óperas do Romantismo Germânico (R. Wagner, R. Sttraus) é chamado de Heldentenor (diz-se: réldentênor) ou Tenor Heróico. 
  • Barítono Lírico ou Barítono Central: é comum como terceira voz em quartetos masculinos de música cristã. É importante salientar que alguns Tenores Dramáticos e Líricos podem ser classificados como Barítonos, devido a alguma dificuldade na identificação do timbre. O bom professor, com o desenvolver da técnica do aluno, corrige a classificação e redireciona o trabalho. Isto ocorreu com o conhecido Tenor Plácido Domingo (dos "Três Tenores"), classificado como Barítono, a princípio.  
  • Barítono Dramático: de voz bem grave e volumosa, é também chamado de Baixo Cantante ou Baixo Barítono (de acordo com o repertório operístico). Muitos dos Baixos de quartetos masculinos de música cristã são, na verdade, Barítonos Dramáticos.  
  • Baixo: tem o timbre bem escuro e potente. É raro mas encontra-se no Brasil.  
  • Baixo Profundo: timbre escuríssimo, voz potente, impressionante, e muito rara no Brasil, é encontrado com maior facilidade em países eslavos (Rússia, Ucrânia, Letônia, etc.)  

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

PROFILAXIA DA VOZ

Aquelas pessoas que fumam, aquele indivíduo que tem pigarro a vários anos, aqueles que sentem coceiras na garganta e usam pastilhas habitualmente e, ainda aqueles que tem uma irritação vocal constante pelo mau uso da voz em geral estão habituados com o problema que nem procuram a origem deste mal.

Dentro de escolas, empresas, escritórios são de primordial importância condições ambientais adequadas, porque um local com ruído ambiente excessivo fará com que haja necessidade de forçar a voz para se fazer ouvir.

Evitar a competição sonora.

Não fale em lugares excessivamente ruidosos, não force sua capacidade vocal.

VOZ - essencialmente o som produzido pela passagem do ar pelas cordas vocais produzindo vibrações sonoras.

FALA - Articulação da palavra, a modificação da voz pelos órgãos fonoarticulatórios e pelos ressonadores.

LINGUAGEM - repertório que você tem para se comunicar, é a sua mensagem, suas mais diversas músicas.

Alimentação e bebidas.

Antes de atuar vocalmente é prudente ingerir alimentos leves, dando tempo para completar a digestão. Depois da função é conveniente esperar meia hora e fazer uma alimentação com frutas, sem bebidas alcóolicas.

A maçã e o salsão são considerados os anti-sépticos bucais auxiliando na limpeza da orofaringe.

Evitar os lacticínios porque produzem um aumento de muco no trato vocal.

Evitar refrigerantes.

É conveniente limitar as comidas picantes ou excessivamente condimentadas.

O álcool destilado é mais nocivo às cordas vocais, não sendo portanto recomendável durante nem antes da atuação. As fermentadas são menos prejudicais.

Evitar bebidas geladas.

Deve-se mastigar com equilíbrio.

Pastilhas, balas de hortelã ou menta, spreis, são paliativos para dores ocasionadas por abusos vocais.

· CALEFAÇÃO - A excessiva calefação pode ser contraproducente, pois seca a mucosa. Também deve ser evitada a troca brusca de temperatura.

· AR CONDICIONADO - Tiram a umidade do ar, ressecando o ambiente e também a mucosa, tendo repercussão imediata na voz dependendo do grau de sensibilidade do indivíduo.

· FUMO - deve-se evitar fumar, pois no laringe a ação do fumo é nociva.

· DROGAS - evitar todos os tipos de drogas.

· ROUPAS - Roupas confortáveis, que permitam uma boa respiração, evitando as nailon ou plástico que impedem a evaporação da transpiração. Evitar: Cinto apertado, salto alto, colares, lenços. Usar sapatos folgados.

· ESPORTES - São tradicionalmente indicados natação e atletismo. Evitar os esportes violentos.

sábado, 13 de setembro de 2008

Respiração correta

Quem não ouviu aquela citação clássica de marcha “Barriga pra dentro e peito pra fora”
na hora respirar? Aí está o mal-entendido.
Na hora de inspirar (receber) o ar o sujeito estufa o peito e espreme as tripas fazendo com que o diafragma se retraia impedindo que o oxigênio entre tranqüilamente. E depois para expirar (soltar) o ar que mal entrou, ele incha a barriga de nada – sem contar a careta que faz.
A forma correta de trabalhar a respiração é receber o ar (de preferência pelo nariz) em boa quantidade. Na hora de soltar o ar, use o nariz (e a boca quando for cantar).
O diafragma é um grande auxiliar para a respiração.
Trata-se de um músculo localizado próximo ao abdome que se estica e encolhe conforme
nossos impulsos. Ao relaxar, ele abre a caixa torácica para guardar o ar e a fecha ao se encolher. O diafragma também movimenta os pulmões, que por sua vez elimina o gás carbono do corpo junto com o ar. Na verdade, quando inchamos ou retraímos a barriga por própria vontade, é com ele quem trabalhamos.
Portanto, na hora de inspirar, relaxe o diafragma para receber bem o oxigênio e o encolha para expirar o ar velho.

Portanto, na hora de inspirar, relaxe o diafragma para receber bem o oxigênio e o encolha para expirar o ar velho.



terça-feira, 2 de setembro de 2008

Show de melisma e interpretação...


Olá queridos irmãos !!!
Essa musica aeh (Pai nosso) é do cd Black soul dream que
Léo faz um solo a cappela (ele canta sozinho mesmo). O que acontece... o grupo Celebrai fez um back vocal e colocou nessa musica.
É realmente um show de harmonia e tecnica vocal!!!
Vejam agora o que é um show de técnica, interpretação, melisma, testura, unção...emoção pura.


Leonardo Gonçalves - Pai Nosso

terça-feira, 18 de março de 2008

O que é louvor ?



Existem muitos fatores que tornam difícil o louvor. O primeiro é que simplesmente não estamos acostumados a louvar. Temos poucos modelos dos quais podemos aprender. O segundo é o fato de que o louvor exige que coloquemos de lado o “eu” e pensemos primeiro em Deus. Não podemos estar pensando no “eu” e louvar a Deus ao mesmo tempo. Terceiro, para podermos louvar, precisamos alterar nosso ritmo de vida. Precisamos tomar tempo para nos concentrarmos em Deus e em Seus atributos. Colocando de forma simples, o louvor não vem naturalmente para a maioria de nós. Temos que aprender a louvar.

Louvar a Deus tem o poder de mudar as nossas vidas. O louvor tira a mente do “eu” e nos ajuda a identificar Deus e Sua realidade. Transforma a perspectiva a partir da qual abordamos a vida e nos coloca no contexto de quem Deus é. O louvor nos ajuda a reconhecer a Deus e Sua capacidade de causar impacto em nossas vidas. Nos lembra de que Ele nos ama e está profundamente envolvido nos detalhes de nosso viver diário.

Concentro minha mente nEle. Descubro que existem vários passos que me ajudam a louvar a Deus. O primeiro é concentrar a minha mente nEle. Especialmente quando estou aprendendo a louvar, descubro que é útil passar alguns momentos contemplando a Deus e Seu caráter. Segundo, me concentro em um ato ou característica específica de Deus. Então, simplesmente digo a Ele o que penso dEle e O reconheço por aquele ato ou característica. Comparar a Deus ou algum de Seus atributos a algo ou alguém me ajuda a reconhecer Sua grandeza e transcendência. Finalmente, busco levar o louvor das palavras para a ação. Isto vai muito além de uma postura ou movimento físico. Ao contrário, busco colocar a minha vida no contexto do louvor – fazer da minha vida um ato de adoração e reconhecimento de quem Deus é.

Este tipo de louvor não é fácil. Não vem automaticamente. Exige aquela entrega do “eu” que é descrita pelo apóstolo Paulo como um “sacrifício vivo”, um “culto racional” (Romanos 12:1). É algo que estou aprendendo a fazer, e vale plenamente o esforço.

Os Salmos estão cheios de chamados ao louvor a Deus. Eles são úteis em nos ensinar como louvar. E nos dão vários assuntos para o louvor. Seguem-se algumas categorias de louvor que creio ser úteis:

1. Louvar a Deus por que Ele é. Deus é Criador. Ele é Redentor e Senhor. Os nomes de Deus são valiosos neste tipo de louvor. Às vezes creio ser benéfico concentrar toda uma oração de louvor nos diferentes nomes de Deus. Enquanto oro, reconheço Sua identidade conforme revelada em Seus muitos nomes.

2. Louvar a Deus por Seu caráter. Cada aspecto do caráter de Deus é digno de louvor. Seu amor, Sua bondade, Sua majestade, Sua integridade, Sua grandeza, Sua fidelidade e todo o restante de Seus atributos são úteis em louvá-Lo.

3. Louvar a Deus pelo que Ele faz. Isto inclui o que Ele tem feito no passado, o que Ele está fazendo agora e o que Ele prometeu fazer no futuro. Este tipo de louvor pode fluir em ações de graças, mas às vezes creio ser útil simplesmente louvar a Deus pelo que Ele faz, e deixar a ação de graças para outra parte da minha adoração, ou outro momento.

Não existe uma única maneira “correta” de louvar a Deus. Isto pode ser feito individualmente ou em grupo. E existem várias maneiras que tenho tentado e descoberto serem significativas. Uma oração de louvor é a primeira que vem à minha mente. Isto significa fazer do louvor o foco e o conteúdo de toda a oração. Cantar louvores também é muito poderoso. Existe algo acerca da música que se presta ao louvor. Louvor de forma escrita é uma maneira única de concentrar a mente no louvor, Simplesmente escreva o teu louvor a Deus em um diário espiritual. Uma “caminhada de oração” na qual damos uma caminhada e concentramos nossa mente totalmente em louvar a Deus é uma outra forma de tornar o louvor significativo. Podemos até mesmo dedicar todo um dia ao louvor a Deus e buscar concentrar a nossa mente no louvor através do dia.

Praticando o louvor a Deus. Vamos praticar o que exploramos juntos e parar por um momento para louvar a Deus:

“Louvamos a Ti, nosso Deus, pois Tu és Rei dos reis e Senhor dos Senhores. Tu és Deus, e escolhemos Te reconhecer e Te adorar. Antes de nascermos, Tu nos amaste. Teu amor nos desperta para uma nova vida, e Te aceitamos como nosso Senhor. Nós Te louvamos pois Tu és o Criador de todas as coisas. Tu nos moldaste com Tuas mãos e falas do Teu amor aos nossos corações.

“Nós Te louvamos ó Deus, pois Tu nos redimiste. Te tornaste um conosco. Te fizeste pecado por nós. E na Tua redenção encontramos vida. Nós Te adoramos pois tornaste possível a nós encontrar vida e esperança. Nos deste a vida eterna, e este certeza transforma o nosso passado, presente e futuro. Tu és digno de louvor, e reconhecemos a Tua compaixão e misericórdia.

“Nós Te louvamos, nosso Deus, pois nos chamaste a uma parceria contigo. Tu nos colocaste em Teu trono contigo (Efésios 2:6), e aceitamos o Teu chamado. Tu transformas nossos dias com a Tua presença. Tu aceitas caminhar conosco e, ao fazê-lo, nos elevas a uma nova vida. Nós Te adoramos com nossos corações. Elevamos a Ti nossos lábios. Escolhemos Te servir com nossas vidas. Aceita o nosso sacrifício de louvor.

“Que tudo o que somos Te louve, nosso Rei e Senhor. Que nossas vidas vivam para glorificar o Teu nome. Demos a Ti honra e louvor, pois Tu és digno. Tu és o Deus eterno, e o Senhor dos nossos dias. Louvemos-Te para sempre e sempre.”

Por Que Eu Devo Cantar?


Hoje resolvi parar, pensar e escrever um pouco sobre: Porque as pessoas cantam em um quarteto, grupo ou coral?

Se perguntarmos a um grupo secular, porque estão juntos, a resposta será: "Somos músicos, gostamos da música, queremos viver da música e ver até onde podemos ir."

Já a resposta de um conjunto evangélico poderia ser: " Somos cristãos. Cristo é o centro das nossas vidas e queremos falar dEle por meio da música pois somos músicos."

Quando um grupo secular decide ensaiar, eles somente necessitam de uma ferramenta: a música. Agora, quando um conjunto evangélico decide ensaiar, não é necessário somente a música; é necessária a colaboração total de Deus. Se está preparando alguma coisa que vai ter uma transcendência divina e não humana. Deus é o primeiro.

O que nos une é Cristo. O nosso companheirismo tem uma qualidade única: que Cristo é o centro do grupo, ou pelo menos deveria ser. Devemos viver um companheirismo cristão com os demais componentes do conjunto. Não é uma harmonia baseada em nós mesmos, mas é uma harmonia fundada no centro do grupo: Cristo. O bom relacionamento não está baseado nos atributos pessoais, mas sim na união que temos com Cristo. Levar um grupo adiante não é uma tarefa fácil. Viver como conjunto musical evangélico não é viver numa jaula. É viver em dificuldades, parecidas com as da pessoa que está testificando em seu trabalho. Abrir a Bíblia juntos, como conjunto, é acercar-se mais a Deus, esperando Sua direção. Deus quer ensinar por meio dos mesmos membros e o que serve de edificação para um membro hoje, amanhã servirá para beneficio de outros. Desta maneira, as reservas espirituais de Deus colocadas em prática, farão aumentar a capacidade de compreensão, ânimo e trabalho do conjunto, ou coral.

Estudos realizados nos informam de que a música oferece um 46% de captação da mente humana, sobre a imagem, com 42%. Isso significa que, em condições normais, qualquer pessoa que assiste a um concerto, terá um 46% da sua capacidade mental ativa, predisposta a escutar a música e, por tanto, a receber a mensagem de uma forma notável. Como cristãos, temos o dever de utilizar sabiamente este 46% de captação disponível. A mente está preparada. Só falta saber chegar até ela e introduzir a mensagem de uma forma correta. Se você tem o dom da música, deve utilizá-lo para a glória de Deus. Jesus disse antes de subir ao Céu: "Ide por todo o mundo e pregai o Evangelho." A ordem de ir à todo o mundo e pregar o evangelho também inclui a música como uma das multiformes estratégias de Deus, e que está de acordo com as necessidades do nosso tempo, sendo que a mensagem do Evangelho deve estar como algo principal, imprescindível e inalterável.


" Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." (2° Timóteo 2:15)


sábado, 15 de março de 2008

Videos interessantes

Esta postagem indica alguns videos interessantes como :Respiração e Aquecimento vocal
Veja tambem até que ponto chega o Perfeccionismo

AULA DE CANTO

quinta-feira, 13 de março de 2008

CLASSIFICAÇÃO VOCAL:

No piano ou teclado, procure o primeiro MI, o mais grave. No violão, a 6ª corda, a primeira de cima para baixo. Essa é a primeira nota da voz masculina denominada BAIXO, a mais grave. Partindo dela, suba duas oitavas até o 3º MI. Em seguida, procure o 1º SOL mais grave nos três instrumentos, e conte duas oitavas até o 3º SOL. Essa é a extensão vocal para a voz média masculina, o BARÍTONO.

Procure no teclado ou piano o 2º DÓ e vá com ele até o quarto DÓ. No violão, é o 1º dó, melhor o da corda LA, 3ª casa e vá seguindo até o 3º dó, subindo duas oitavas. Teremos nessa extensão a voz mais aguda masculina, o TENOR.

Para o violão, pode-se usar as mesmas medidas para as vozes femininas: a do BAIXO para a contralto, a do BARÍTONO para a MEIO SOPRANO e a do TENOR para a SOPRANO. O Violão é um instrumento mais limitado, no piano fica mais fácil, conta-se a CONTRALTO partindo do 2º até o 4º MI, a MEIO SOPRANO do 2º ao 4º SOL e a SOPRANO do 3º ao 5º DÓ.

Lembre-se: muito cuidado ao explorar sua voz, esse instrumento delicado, o ideal é procurar um professor, pois, pela INTERNET é difícil demonstrar, são apenas dicas, ok?

A classificação vocal serve para se atuar em grupos vocais e para o canto lírico. Para o canto popular não importa muito se você é soprano ou tenor, o importante é você conhecer sua extensão vocal e trabalhar para fortalecer o registro médio, que é aquela região onde sua voz soa mais brilhante, mais firme e bonita. Você pode fazer isso tocando e repetindo nota por nota, de meio em meio tom, usando as vogais. Pode também usar a escala maior no sentido ascendente e descendente. É simples: partindo da sua nota mais grave, não importa se é um dó, um sol ou mi, partindo dessa nota vá subindo dos graves para os agudos em intervalos de TOM, TOM, SEMITOM, TOM, TOM, TOM, SEMITOM. Volte dos agudos para os graves com os intervalos no sentido contrário. Passe para a segunda nota e vá subindo novamente. Fica difícil demonstrar via Internet, se você não conhece música peça a alguém que o ajude, ok? Você pode exercitar-se com acordes maiores e menores, com três, quatro, cinco notas, o importante é descobrir seu limite e não ultrapassá-lo para não machucar suas cordas vocais. A região aguda é mais difícil, vá com calma e AR, apoiando com o diafragma.

Existem muitos modos musicais para exercitar a voz e muitos exercícios para o diafragma e respiração, o importante é exercitar. A "malhação vocal" fortalece a musculatura da laringe e sua voz sai mais fácil, mais segura e bonita.

Sim, você pode fazer isso somente cantando, mas é preciso escolher um repertório com canções que explorem bem os graves e os agudos. A maioria das pessoas tem duas oitavas de extensão, algumas chegam a três, mas não é preciso se preocupar com a quantidade e sim com a qualidade vocal, já que a maioria das canções cabem dentro de duas oitavas, ok? Aí é só ir descobrindo os tons de cada canção para sua voz. Isso você percebe ao sentir conforto ou desconforto quando canta. Se sua voz está sumindo nos graves, experimente subir um tom ou dois, às vezes meio tom resolve. Se é o agudo que está difícil, experimente abaixar um tom, ou o quanto precisa até verificar que a canção está bonita em toda a sua extensão vocal. Não force sua voz para cantar num tom inadequado, o instrumento conserta-se ou troca-se a corda, a voz não, né?


Dó ré mi fá sol lá si dó

Dó si lá Sol fá mi ré dó

Técnica vocal: Conhecendo sua voz

Bem, então já vimos que para cantar precisamos de AR. A quantidade necessária varia de pessoa para pessoa, pelo tamanho físico e da vontade de cada um, e de canção para canção. A vontade é a maneira como você quer cantar, se a canção exige mais emoção, precisa de mais ar e expressão, se é mais alegre e progressiva, menos ar e mais força, se nenhum dos dois, procure o meio termo. Se deseja cantar "gritado" e rouco como alguns roqueiros, é melhor redobrar o cuidado, pois a longo prazo isso pode criar calos vocais difíceis de tratar. É uma escolha sua, faça o possível para respirar bem e apoiar a voz com o diafragma, forçando a garganta o menos possível.

Também precisamos do uso do diafragma, que, ao inspirarmos, deve abaixar-se expandindo o abdômen, e ao começarmos a cantar, ele vai subindo, empurrando a base do pulmão e ajudando o ar a sair e vibrar nas cordas vocais; você também ajuda retraindo o abdômen devagar até o ar acabar. É necessário também abrir a boca, deixar o ar ressoar dentro dela, nas fossas nasais e demais cavidades e, para isso, você precisa concentrar-se, não afobar-se e jogar o ar fora de uma só vez. É bom exercitar-se frente ao espelho, gravar-se e ouvir-se para você mesmo(a) corrigir-se e escolher como quer cantar. O canto é a expressão de sua alma, só você pode saber como deseja expressá-la, por isso conscientize-se de si mesmo (a), ouça-se, perceba-se.

Os exercícios respiratórios são para fortalecer a musculatura, mas você também pode fazê-lo cantando, desde que o faça com consciência e constância, pois como qualquer músculo, o diafragma e as pregas vocais ficam sem força pelo uso inadequado.


Vamos então descobrir a sua tessitura vocal e procurar o seu registro médio:

Você vai precisar de um piano, teclado ou violão; localize a princípio a nota mais grave de sua voz, sem forçar, cante e a procure no instrumento. Siga as instruções abaixo.

Introdução ao canto

Entendendo o Canto:

Para o canto, como no estudo de um instrumento, estudaremos musicalização e técnica.

Musicalização:

Trabalhamos a percepção, ouvindo, reconhecendo e repetindo o som na sua exatidão, através das escalas, tríades e tétrades maiores e menores, notas isoladas;para isso você vai precisar da ajuda de um instrumento, de preferência um piano, teclado ou violão. Nesse processo você vai descobrir a sua tessitura vocal, que é desde a nota mais grave até a mais aguda que sua voz alcança, e dentro dela, o registro médio, que é aquela região onde sua voz fica mais firme e bonita. Descoberto e firmado esse registro através de exercícios, vai ficar mais fácil você colocar as canções que e gosta nos tons mais adequados à sua voz.

Técnica:

O som da nossa voz é resultado da vibração do ar nas pregas vocais, no ato da expiração. Esse trabalho conta com o apoio do músculo diafragma, fundamental para o canto. Quando não usamos esse músculo da maneira adequada, colocamos muita força na garganta, produzindo um som "seco", sem brilho, gritado, o que pode causar rouquidão, cansaço e machucar as pregas vocais. A respiração deve ser mista, isto é, pelo nariz na introdução e intervalos maiores das canções, e pela boca entre as frases com intervalos curtos. O nariz filtra e aquece o ar, mas só quando há tempo suficiente respiramos por ele para cantar, pois precisamos de uma boa quantidade de ar e no tempo curto entre as frases é melhor respirarmos pela boca. Também precisamos trabalhar a articulação das palavras, a abertura de boca para evitar o som muito anasalado, e a ressonância do som na nossa "caixa acústica", a boca, faringe, fossas nasais e cavidades da cabeça.

O terceiro fator:

Esse independe do professor, pois é o fator emocional. A laringe, que contém as pregas vocais, é um filtro para as nossas emoções. Se você tem bloqueios, inseguranças, nervosismo (o que pode acontecer com qualquer um, profissional ou não), já deve ter sentido uma espécie de "garra" na garganta, principalmente nos sons agudos, algo que nos impede de cantar como queremos. Os exercícios ajudam bastante a dar segurança, mas as emoções precisam ser trabalhadas para o som fluir tranqüilo e afinado.

Então, para cantar bem, precisamos:

• Entoar o som na sua exatidão
• Respirar bem e sempre entre as frases
• Apoiar a saída do ar com o diafragma
• Articular bem as palavras
• Manter o som ressoando na nossa "caixa de som"

Vamos ver isso aos poucos, mas para começar você pode verificar como está trabalhando com o músculo diafragma, fazendo o seguinte exercício:

O diafragma fica sob o pulmão, é um músculo elástico, que quando você inspira, ele abaixa, projetando o abdômen à frente. Quando você expira, ele vai subindo, contraindo a base do pulmão, expulsando o ar. Como aprendemos a respirar errado, estufando o peito e encolhendo a barriga, ele fica sem firmeza. Vamos então fazer um exercício para reativá-lo e reforçá-lo.

Expansão:

Sentado(a), coluna reta, inspire bruscamente pelo nariz, deixando expandir o abdômen, SEM ESTUFAR O PEITO; expire logo em seguida pela boca suavemente, retraindo o abdômen. Faça-o 15 vezes seguidas, todos os dias. Se sentir tontura, pare uns segundos e recomece, é normal. Não exagere, 15 vezes está bem, o que importa é a qualidade e a constância. Esse exercício é para dar agilidade e firmeza ao músculo, mas para cantar o uso é diferente, o que veremos na próxima aula, além dos outros assuntos acima com mais detalhes.